O deputado federal Sostenes Cavalcante (PL-RJ) fez uma das declarações mais fortes desde o agravamento do estado de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro, afirmando que o Brasil presencia uma grave distorção da Justiça, marcada por exageros, arbitrariedades e um tratamento incompatível com a dignidade humana. Para aliados, a situação revela um cenário que extrapola o campo jurídico e alcança o terreno político, gerando indignação entre milhões de brasileiros que veem Bolsonaro como vítima de perseguição.
“Bolsonaro está debilitado e sendo submetido a sofrimento desnecessário”, diz Sostenes

Sostenes, que tem acompanhado de perto as notícias sobre o estado clínico do ex-presidente, disse que cada boletim médico apenas reforça o tamanho da injustiça em curso. Segundo ele, Bolsonaro enfrenta crises de saúde frequentes, debilidade física evidente e limitações que exigem acompanhamento especializado, mas estaria sendo mantido sob condições que dificultam até mesmo cuidados básicos.
> “A cada atualização sobre o estado de saúde do Presidente Bolsonaro, fica evidente o tamanho da injustiça que está sendo cometida. Um homem debilitado, enfrentando crises constantes, sem acesso imediato à assistência médica que sempre teve ao longo da vida pública, está sendo submetido a um sofrimento que o Brasil inteiro acompanha com angústia.”
A fala repercutiu fortemente entre parlamentares e influenciadores alinhados à direita, que há meses denunciam que Bolsonaro é alvo de medidas desproporcionais e de um processo judicial marcado por interpretações políticas.
“Transformaram a dor humana em ferramenta de poder”
O deputado elevou ainda mais o tom ao classificar a situação como “crueldade institucionalizada”, uma expressão que reflete a percepção de que setores do Judiciário e da política estariam tratando o ex-presidente não como um cidadão submetido à lei, mas como um inimigo político a ser neutralizado.
> “A impressão que fica é dura, mas real: transformaram a dor humana em ferramenta de poder. Isso não é Justiça. Isso é crueldade institucionalizada.”
Aliados lembram que Bolsonaro nunca deixou de cumprir determinações legais e que seu histórico clínico marcado por seis cirurgias de grande porte, sequelas da facada e diversas internações deveria ser levado em consideração antes de decisões que impactam diretamente sua rotina e sua saúde.
Família enfrenta angústia e falta de informações, diz deputado
Sostenes também destacou que a família Bolsonaro vive um momento de incerteza e dificuldade para acompanhar o estado de saúde do ex-presidente, o que amplia a percepção de injustiça.
“Enquanto a família luta para ter notícias, o país ora por alívio, e milhões assistem, indignados, a um tratamento que nenhum brasileiro deveria receber.”

Para aliados, o atual cenário é reflexo de uma escalada de hostilidade institucional, na qual a figura de Bolsonaro se tornou o centro de disputas políticas, sendo submetido a ações que não seriam aplicadas a outros líderes com histórico semelhante.
Paralelos com outros casos e questionamentos sobre critérios jurídicos
Parlamentares lembram que situações semelhantes envolvendo outros presidentes foram tratadas com mais equilíbrio. O caso de Fernando Collor, citado recentemente por advogados, é um exemplo emblemático: o ex-presidente ficou com a tornozeleira descarregada por 36 horas e não foi submetido a custódia preventiva, porque ficou comprovado que não pretendia fugir.
Para a base bolsonarista, esse tipo de comparação evidencia que os critérios aplicados a Bolsonaro são mais rígidos, mais políticos e menos jurídicos.
Direita vê tentativa de destruição política e moral
A declaração de Sostenes Cavalcante ecoou como um alerta. Entre aliados da direita, a percepção é clara: Bolsonaro está sendo submetido a um processo de desgaste físico, emocional e político sem precedentes na história recente do país.
> “O Brasil não aceitará ver um homem ser destruído dessa forma. A verdade vencerá. Sempre.” concluiu o deputado.
Enquanto isso, líderes conservadores reforçam que a mobilização em defesa de Bolsonaro deve continuar, tanto nas redes quanto no Congresso, denunciando abusos e pedindo respeito ao devido processo legal.
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