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Coronel Meira quer retomar obrigatoriedade de autoescolas para CNH e alerta para risco econômico e de segurança

Coronel Meira:

O debate sobre a formação de novos motoristas no Brasil voltou a ganhar força após o deputado federal Coronel Meira intensificar sua campanha para restabelecer a obrigatoriedade das autoescolas no processo de obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Desde a flexibilização das regras que permitiram aos candidatos estudarem por conta própria ou optarem por outros formatos de preparação o setor de Centros de Formação de Condutores (CFCs) passou a enfrentar uma crise sem precedentes.

Para o parlamentar, a desobrigação do uso das autoescolas colocou em risco não apenas a sobrevivência econômica de milhares de empresas, mas também a qualidade da formação dos novos condutores. Segundo ele, o governo federal “ignora completamente o papel essencial das autoescolas para a segurança viária do país”.

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“As autoescolas são fundamentais para salvar vidas”, afirma Meira

Em pronunciamentos recentes, Coronel Meira tem defendido que a formação estruturada e supervisionada é indispensável para garantir que motoristas iniciantes adquiram habilidades mínimas antes de assumir o volante nas ruas e rodovias brasileiras.

Ele destaca que instrutores especializados, simuladores de direção e protocolos técnicos rígidos são ferramentas que não podem ser substituídas por um processo de estudo informal.

> “Não é apenas sobre defender empresários, é sobre defender vidas. As autoescolas cumprem um papel que não pode ser ignorado. O governo precisa entender que liberar o estudo individual sem acompanhamento reduz a qualidade da formação e coloca todos nós em risco”, criticou o deputado.

Setor vive crise após flexibilização das regras

Desde que a obrigatoriedade foi retirada, milhares de CFCs relatam queda expressiva na procura, demissões e até fechamento de unidades. A Federação Nacional das Autoescolas estima que a retração pode chegar a mais de 40% em alguns estados.

Empresários alegam insegurança jurídica, perda de receita e temem que, sem mudanças, o setor não sobreviva. Muitos deles têm pressionado o Congresso pela reversão da norma, argumentando que o modelo atual banaliza o processo de formação e pode aumentar os índices de acidentes.

Governo resiste à mudança e defende acessibilidade

Apesar da pressão, o governo federal afirma que a flexibilização tornou o processo de habilitação mais acessível para cidadãos de baixa renda, já que reduz custos e permite métodos alternativos de estudo.

Técnicos ligados ao Ministério dos Transportes sustentam que a segurança no trânsito não depende exclusivamente das autoescolas, mas de fiscalização eficiente e campanhas educativas.

Essa posição, porém, é duramente criticada por Meira, que considera a postura do governo “desconectada da realidade” e “insensível com um setor que gera milhares de empregos”.

Tramitação no Congresso promete embate

O projeto apresentado por Coronel Meira ainda será analisado em comissões temáticas, como a de Viação e Transportes e a de Constituição e Justiça. A expectativa é de debates intensos, já que parlamentares dividem opiniões entre:

a liberdade do cidadão para escolher como deseja se preparar; e

a necessidade de formação profissional obrigatória para reduzir acidentes e fortalecer o setor.

Enquanto isso, especialistas divergem: alguns defendem modernização das autoescolas para torná-las mais acessíveis, enquanto outros apoiam a manutenção do modelo flexível.

Conclusão

A iniciativa de Coronel Meira recoloca na agenda nacional um debate importante: como equilibrar segurança, qualidade de formação e impacto econômico? Para o parlamentar, a resposta é clara e passa, obrigatoriamente, pela presença das autoescolas no processo de obtenção da CNH. Por outro lado, o governo mantém posição contrária, apostando em menor intervenção e maior liberdade ao cidadão.

O tema seguirá no centro das atenções e tende a influenciar tanto o setor econômico quanto as políticas de segurança no trânsito nos próximos meses.

 

 

Leia Também: Economia estagnada: incompetência do governo tira Brasil do top 10 mundial

 

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Daniel Sousa

Fundador do Alta Cúpula, dedico meu trabalho a trazer notícias e análises sobre política, sociedade e os principais acontecimentos do Brasil. Meu compromisso é entregar informação com responsabilidade, clareza e respeito ao leitor.

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